Maca: benefícios, libido, menopausa e o adaptogénico andino sem fitoestrogénios

maca benefícios — raízes secas de Lepidium meyenii maca andina cultivada a 4000 metros de altitude no Peru

⚠️ Aviso médico: Este artigo tem finalidade exclusivamente informativa. A maca pode interagir com medicamentos hormonais. Contraindicada em cancros hormono-dependentes. Consulte sempre um médico.

Os maca benefícios para a energia, a libido, o desempenho desportivo, a menopausa e o equilíbrio hormonal tornaram o hipocótilo seco desta crucífera andina — cultivada exclusivamente a mais de 4000 metros de altitude no Perú e na Bolívia, tornando-a um dos alimentos mais antigos das civilizações pré-incaicas — num dos adaptogénicos com maior número de ensaios clínicos para indicações hormonais entre todas as plantas medicinais da América Latina. Com efeito, os maca benefícios têm base científica crescente: Gonzales et al. (Asian Journal of Andrology, 2001) publicou ensaio clínico documentando melhoria do desejo sexual em homens; Brooks et al. (Menopause, 2008) documentou redução dos sintomas da menopausa; Dording et al. (CNS Neuroscience and Therapeutics, 2008) documentou melhoria da disfunção sexual induzida por antidepressivos. Além disso, as macamidas e os macarenos são os compostos activos únicos da maca — não encontrados em nenhuma outra planta — responsáveis pelos efeitos adaptogénicos e hormonais. Por outro lado, a maca não é um fitoestrogénio — actua nos eixos hormonais sem conter estrogénios.

No entanto, a maca pode interagir com medicamentos hormonais e contraceptivos. Por isso, informar sempre o médico antes de usar em doses medicinais regulares. Para outros adaptogénicos naturais com base científica, consulte o artigo sobre o rhodiola.

Maca — o adaptogénico andino com ensaios clínicos para libido e menopausa

Maca amarela, vermelha e preta — qual usar para cada indicação

Com efeito, existem três variedades principais de maca com propriedades ligeiramente distintas. Por isso, a escolha da variedade certa para cada indicação é a questão prática mais importante. Além disso, a maca gelatinizada tem melhor biodisponibilidade do que a maca crua — o processo de gelatinização quebra o amido e facilita a digestão. Por outro lado, a maca amarela é a mais comum e a mais estudada; a maca vermelha tem mais indicações femininas; a maca preta tem mais indicações masculinas e desportivas.

Maca benefícios — o que a ciência documenta

Os benefícios com mais evidência científica

Com efeito, a maca tem ensaios clínicos publicados em revistas de referência para indicações hormonais e de desempenho. Além disso, os três ensaios de Gonzales et al. (2001), Brooks et al. (2008) e Dording et al. (2008) cobrem indicações masculinas, femininas e psiquiátricas — uma amplitude rara entre os adaptogénicos. Por isso, a maca é o adaptogénico andino com maior diversidade de ensaios clínicos publicados para indicações hormonais.

Com efeito, os maca benefícios derivam das macamidas, dos macarenos, dos glucosinolatos, dos aminoácidos essenciais e dos minerais do hipocótilo seco:

Como usar a maca — pó, cápsulas e dose

Maca gelatinizada vs. maca crua e a dose dos ensaios clínicos

Perguntas frequentes sobre maca (FAQ)

Por isso, a maca gera muita curiosidade — especialmente sobre a diferença entre as variedades de cor e sobre o efeito na testosterona. Além disso, a questão de se a maca é um fitoestrogénio é muito frequente e merece esclarecimento rigoroso.

Para que serve a maca?

Os maca benefícios incluem libido masculina (Gonzales et al., Asian Journal of Andrology, 2001), menopausa (Brooks et al., Menopause, 2008), disfunção sexual por antidepressivos (Dording et al., CNS Neuroscience and Therapeutics, 2008), desempenho desportivo e adaptogénico hormonal.

A maca aumenta a testosterona?

Não directamente — os ensaios documentaram melhoria da libido sem alteração dos níveis de testosterona. Por isso, a maca actua por mecanismos distintos dos testosterónicos, provavelmente através das macamidas.

A maca é um fitoestrogénio?

Não — a maca não contém fitoestrogénios. Por isso, é uma das alternativas para sintomas da menopausa segura para mulheres com cancro da mama hormono-dependente — com orientação médica obrigatória.

Qual a diferença entre maca amarela, vermelha e preta?

A maca amarela é a mais estudada — energia e libido geral. A maca vermelha tem mais indicações femininas. A maca preta tem mais indicações masculinas e desportivas. Por isso, a escolha da variedade depende da indicação.

Quanto tempo demora a maca a fazer efeito?

Os ensaios documentam efeitos a partir das 4 a 6 semanas de uso regular. Por isso, não desistir antes deste período — a maca não tem efeito imediato.

Onde comprar maca em Portugal e no Brasil?

Em lojas de saúde natural, farmácias e supermercados biológicos. Verificar sempre a origem peruana ou boliviana. Por outro lado, preferir a maca gelatinizada à crua para uso oral regular.

A maca pode ser usada na gravidez?

Não recomendada por precaução — não há dados de segurança suficientes. Por isso, grávidas devem evitar suplementos de maca.

Conclusão

Os maca benefícios — libido e função sexual com ensaios clínicos publicados, menopausa, disfunção sexual por antidepressivos, desempenho desportivo e adaptogénico hormonal — fazem desta raiz andina o adaptogénico com maior diversidade de ensaios clínicos para indicações hormonais entre todas as plantas da América Latina. Com efeito, ter ensaios clínicos publicados no Asian Journal of Andrology, na Menopause e no CNS Neuroscience and Therapeutics é uma combinação de evidência que muito poucos adaptogénicos conseguem igualar. No entanto, a interacção com medicamentos hormonais e a contraindicação em cancros hormono-dependentes são as precauções mais importantes.

Por isso, seja o pó no batido matinal para a energia ou as cápsulas para a menopausa, a maca merece o lugar de adaptogénico andino que a ciência moderna e as civilizações pré-incaicas já lhe reconheceram. Além disso, para outros adaptogénicos naturais com base científica, consulte os artigos sobre o rhodiola e o ginkgo.

Referências científicas

Gonzales, G. F., et al. (2002). Effect of Lepidium meyenii (MACA) on sexual desire and its absent relationship with serum testosterone levels. Andrologia, 34(6), 367-372.

Gonzales, G. F. (2012). Ethnobiology and ethnopharmacology of Lepidium meyenii (Maca). Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine, 2012, 193496.

Stojanovska, L., et al. (2015). Maca reduces blood pressure and depression, in a pilot study in postmenopausal women. Climacteric, 18(1), 69-78.

Meissner, H. O., et al. (2006). Hormone-balancing effect of pre-gelatinized organic Maca (Lepidium peruvianum Chacon). International Journal of Biomedical Science, 2(3), 260-272.

Zenico, T., et al. (2009). Subjective effects of Lepidium meyenii (Maca) extract on well-being. Andrologia, 41(2), 95-99.

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