Ginkgo biloba: benefícios, cognição, EMA e as interacções com anticoagulantes

ginkgo biloba benefícios — folhas em leque de Ginkgo biloba árvore fóssil vivo 270 milhões de anos

⚠️ Aviso médico: Este artigo tem finalidade exclusivamente informativa. O ginkgo pode interagir com anticoagulantes, antiplaquetários e antidepressivos. Contraindicado na gravidez e antes de cirurgias. Consulte sempre um médico.

Os ginkgo benefícios para a memória, a cognição, a circulação periférica e os zumbidos tornaram as folhas desta árvore — a mais antiga do mundo, com 270 milhões de anos, sobrevivente das extinções em massa e das bombas de Hiroshima — num dos recursos medicinais com maior volume de investigação científica publicada para indicações cognitivas, com monografia aprovada pela EMA e um dos suplementos mais vendidos no mundo. Com efeito, os ginkgo benefícios têm base regulatória e científica sólida: a EMA tem monografia aprovada para Ginkgo biloba com indicações para sintomas de insuficiência cerebrovascular e distúrbios circulatórios periféricos; DeKosky et al. (JAMA, 2008) publicou ensaio clínico de grande dimensão sobre o ginkgo e a prevenção do Alzheimer. Além disso, os flavonoides ginkgoflavonoglicosídeos e os terpenoides ginkgolídeos são os compostos activos principais com actividade vasodilatadora, antioxidante e neuroprotetora documentada. Por outro lado, o ginkgo tem interacções medicamentosas relevantes — especialmente com anticoagulantes e antiplaquetários.

No entanto, a evidência para a prevenção do Alzheimer é mais fraca do que frequentemente divulgado. Por isso, as indicações mais sólidas do ginkgo são a circulação periférica e os zumbidos — não a prevenção da demência. Para outros cognitivos naturais com base regulatória, consulte o artigo sobre o rhodiola.

Ginkgo biloba — a árvore mais antiga do mundo com monografia EMA

270 milhões de anos de história e os compostos activos principais

Com efeito, o ginkgo (Ginkgo biloba) é a espécie de árvore mais antiga do mundo ainda viva — com registos fósseis de 270 milhões de anos. Por isso, é frequentemente chamado de “fóssil vivo”. Além disso, as árvores de ginkgo em Hiroshima sobreviveram à bomba atómica e foram as primeiras a brotar após a explosão — símbolo de resiliência que alimentou o interesse medicinal. Por outro lado, o extracto padronizado EGb 761 é o mais estudado e é o utilizado na maioria dos ensaios clínicos publicados.

Ginkgo benefícios — o que a ciência documenta

Os benefícios com mais evidência científica

Com efeito, o ginkgo tem monografia EMA e centenas de ensaios clínicos publicados — principalmente para indicações vasculares e cognitivas. Além disso, o extracto padronizado EGb 761 é um dos fitoterápicos mais estudados do mundo, com mais de 400 ensaios clínicos publicados. Por isso, o ginkgo é o fitoterápico cognitivo com maior base de evidência regulatória e científica a nível mundial.

Com efeito, os ginkgo benefícios derivam dos ginkgoflavonoglicosídeos, dos ginkgolídeos A, B e C, dos bilobalídeos e dos compostos fenólicos das folhas:

Como usar o ginkgo — dose e extracto padronizado

Dose EMA e o extracto EGb 761

Perguntas frequentes sobre ginkgo biloba (FAQ)

Por isso, o ginkgo gera muita curiosidade — especialmente sobre a memória e o Alzheimer. Além disso, a questão das interacções com anticoagulantes é a mais importante de segurança e a que mais frequentemente é subestimada.

Para que serve o ginkgo biloba?

Os ginkgo benefícios incluem circulação periférica e cerebral com monografia EMA, zumbidos com ensaios clínicos, cognição e memória (DeKosky et al., JAMA, 2008), antioxidante e neuroprotetor e ansiedade com estudos clínicos.

O ginkgo previne o Alzheimer?

A evidência é mais modesta do que frequentemente divulgado. DeKosky et al. (JAMA, 2008) não confirmou prevenção do Alzheimer. No entanto, a melhoria da memória em adultos mais velhos sem demência tem maior suporte.

O ginkgo tem monografia aprovada pela EMA?

Sim — monografia EMA para insuficiência cerebrovascular (vertigens, zumbidos, memória) e distúrbios circulatórios periféricos.

O ginkgo pode ser tomado com anticoagulantes?

Não sem supervisão médica — pode potenciar o efeito de varfarina e aspirina. Por isso, informar sempre o médico. Contraindicado nas 2 semanas antes de cirurgias.

Qual a dose correcta de ginkgo?

120 a 240 mg/dia de extracto EGb 761 padronizado (24% flavonoides, 6% terpenoides), em 2 a 3 tomas. Preferir sempre extracto padronizado — não o chá de folhas.

Onde comprar ginkgo biloba em Portugal e no Brasil?

Em farmácias, lojas de saúde natural e hervanárias. Verificar sempre a padronização (24% flavonoides, 6% terpenoides) na embalagem.

O ginkgo pode ser usado na gravidez?

Não — contraindicado na gravidez e lactação. A inibição plaquetária pode aumentar o risco de hemorragia.

Conclusão

Os ginkgo benefícios — circulação periférica e cerebral com monografia EMA, zumbidos, cognição e memória, antioxidante e neuroprotetor e ansiolítico — fazem desta árvore de 270 milhões de anos o fitoterápico cognitivo com maior base de evidência regulatória e científica a nível mundial. Com efeito, ter monografia EMA, mais de 400 ensaios clínicos e o extracto EGb 761 como um dos fitoterápicos mais estudados do mundo é uma base de evidência muito sólida. No entanto, a evidência para prevenção do Alzheimer é mais modesta do que divulgado e as interacções com anticoagulantes são a precaução mais importante.

Por isso, seja o extracto padronizado para a memória ou para os zumbidos, o ginkgo merece o lugar de fitoterápico cognitivo que a EMA e os 400 ensaios clínicos já lhe reconheceram. Além disso, para outros cognitivos naturais com base regulatória, consulte os artigos sobre o rhodiola e o hipericão.

Referências científicas

EMA/HMPC. (2014). Assessment report on Ginkgo biloba L., folium. EMA/HMPC/625769/2012.

Birks, J., & Grimley Evans, J. (2009). Ginkgo biloba for cognitive impairment and dementia. Cochrane Database of Systematic Reviews, (1), CD003120.

DeKosky, S. T., et al. (2008). Ginkgo biloba for prevention of dementia: a randomized controlled trial. JAMA, 300(19), 2253-2262.

Weinmann, S., et al. (2010). Effects of Ginkgo biloba in dementia: systematic review and meta-analysis. BMC Geriatrics, 10, 14.

Ude, C., et al. (2013). Ginkgo biloba extracts in dementia: is there any evidence? Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine, 2013, 694782.

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